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riscos_e_rabiscos

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Desafio Kreativ Blogger

 

Há imenso tempo que não respondia a um desafio. Desta vez quem me desafiou foi a Tsuripa e o resultado é este:

 

1. Nome da minha música favorita?

One – U2.

 

2. Nome da minha sobremesa favorita?

Bolo de bolacha. Chlép!

 

3. O que me tira do sério?

A mentira, a hipocrisia e a falsidade.

 

4. Quando estou chateada?

Agradeço que me ignorem até passar, o que acontece rapidamente porque não sou rancorosa e porque não consigo ficar chateada durante muito tempo.

 

5. Qual o meu animal de estimação favorito?

Cães, cães, cães! Amo cães! Amo o meu Bóbi – o gigante – e o meu Pimentinha – o pequenino – e que tanta alegria me dão. Não há amigos mais fiéis.

 

6. Preto ou branco?

Ambos.

 

7. Maior medo?

As doenças mortais, que me afetem a mim ou aos que amo.

 

8. Atitude quotidiana?

Tentar ser positiva, manter o meu sorriso (que um dia foi a minha imagem de marca) e ser bem disposta.

 

9. O que é perfeito?

Penso que nada. Se houvesse a perfeição não haveria dificuldades.

 

10. Culpa?

Se me provocam insistentemente, depois digo o que não devo. E depois arrependo-me. É a culpa.

 

Sete factos aleatórios sobre mim:

1. Não posso ver as minhas unhas com verniz a saltar. É o suficiente para eu andar de dedos encolhidos para ninguém ver .

2. Detesto pombos mas não os posso ver doentes ou coxinhos… fico cheia de pena deles.

3. Detesto botões. Não na roupa mas quando estão todos ao molho dentro das caixas.

4. Detesto gelatina pura. Faz-me impressão coisas com aquele tipo de consistência 5.Adoro rir e fazer rir.

6. Adoro perfumes, vernizes e batons.

5. Adoro inventar nomes carinhosos para quem amo. Chocapica, Bilibob, Pupes, Perninhas de Grilo, Boksi ou Pipeirinhas são alguns.

7. Adoro anéis. Tenho vários em bijuteria.

 

A quem ofereço este prémio?

A todos aqueles que por aqui passam e que dispendem um pouco do seu tempo para me ler e também deixar uma palavra de conforto. Feel free to do it!

 

Regras?

1. mandar o link para a pessoa que nos ofereceu

2. preencher o formulário com as perguntas

3. oferecer a 10 blogs e informá-los por comentário ou e-mail. 

Ensinamento da Semana #3

(Acredita em ti e naquilo que tu és.
Lembra-te que existe algo dentro de ti
que é maior do que qualquer obstáculo.)
jjj
I want to believe. Eu quero acreditar, mentalizar-me que tenho mais valor do que aquilo que me querem fazer parecer e sentir. Alguém pode ser destruído em segundos mas voltar a erguer-se leva muito tempo, tempo demais. A vida é feita de altos e baixos, de golpes de sorte e de luta contínua. Na minha, já tenho os altos e baixos e a luta contínua. Continuo à espera da sorte.

Façam figas.

Hoje é sexta-feira 13. Embora o número 13 seja um dos meus preferidos, quando associado à sexta-feira, diz a sabedoria popular, que é um dia aziago, de pouca sorte.

 

Para mim sempre foi um dia normal, nunca me aconteceu nada de negativo neste dia. Mas isso pode mudar e pode ser hoje. É que hoje há situações que vão ocorrer que podem tornar-se em mais preocupação para mim, mais problemas, mais dores de cabeça. E como estou numa fase da minha vida em que ando aos ziguezagues, aos altos e baixos pois a sorte parece fugir do meu caminho, já receio tudo.

 

Apesar de me sentir em em paz, sinto-me apreensiva, com dois pés atrás, à espera de ser "atingida".

 

Façam figas por mim. Preciso que as energias positivas venham até mim.

Um dia de cada vez.

Parece que as coisas começaram a amainar mais um pouco. Ontem e hoje foram dias mais serenos. Ontem não foi um dia de paz mas sereno. Hoje foi um dia de paz. Estive tranquila todo o dia. Só por hoje, dei a mim mesma um período de pausa nesta luta constante da vida.

 

Continuam as noites mal dormidas, de insónia mas eu quero muito que elas acabem. Que a minha vida entre nos eixos, com sossego, sem represálias, sem problemas exacerbados.

 

Mais do que um desejo é uma necessidade. Para bem da minha saúde mental e física. 

 

Vou viver um dia de cada vez: Ontem não foi mau. Hoje foi menos mal. Espero que amanhã seja melhor.

 

Eu não mereço isto.

Sou acordada algures pelas nove da manhã por causa de um papel. Levanto-me ensonada e entrego o papel. Logo de seguida, começam as lamúrias e as queixas. Toca o telefone. Percebo que não assumem aquilo a que se comprometem. Comento que se não queria fazer aquilo, não se devia ter comprometido. Levo com uma série de palavras duras e desnecessárias num tom de gritos que terminam em "deixa-me em paz". É a variação de "cala-te" que oiço tantas vezes porque as pessoas não gostam de ouvir o que lhes digo: a verdade.

 

Por aqui, a vida vive-se assim: um dorme de dia, fica acordado de noite e depois diz disparates que não devem ser levados em conta; o outro só tem olhos para o telemóvel e a sua vida resume-se a telemóvel, PC, e não saber falar sem ser aos gritos; a outra vive a queixar-se das dores, da vida, do que só dorme, de que não pode sair de casa por causa das paranóias do outro; o outro vive no desejo de ir à rua - e que só não o levo porque não tenho força -, de que brinquem com ele. E depois existo eu. 

 

Podem perguntar-me porque é que não vou para minha casa e eu resumo a resposta em três palavras: Não tenho dinheiro. Neste momento voltei a depender dos meus pais para sobreviver. Se não fossem eles a dar-me de comer. eu não tinha como o fazer. Até o único prazer que tinha tive de cortar: beber um café. Sessenta cêntimos podem parecer insignificantes mas eu não os tenho. 

 

A estrela da sorte nunca me sorriu, o pouquinho que tenho foi conseguido às minhas custas. Há aquelas pessoas que parecem ter o toque de Midas, em que tudo em que se metem corre bem- Fico feliz por elas, só lamento que não me aconteça o mesmo a mim só um bocadinho ou até de vez em quando. E isto acontece a coisas tão simples como isto: fazer uma peça de artesanato imperfeita e ter várias encomendas logo a seguir. Não me estou a queixar e nem a criticar, ainda bem que assim é, fico contente. Mas depois saber disto deixa-me a pensar na minha pouca sorte, que por mais que me empenhe naquilo que seja, ninguém lhe dá valor, que por mais que lute com unhas e dentes está sempre tudo igual. E isto deita-me abaixo, desmotiva-me, deixa-me triste. 

 

As únicas coisas boas que tenho na vida é o N. e os meus bichinhos e são eles que me vão dando alento. E se não fossem eles, eu já tinha desistido deste inferno que é a minha vida.

 

Estou farta desta vida madrasta. Eu não mereço isto. Acho eu mas se calhar até estou enganada.